>”Símbolos cristãos velados
Permeia toda a obra de Tolkien uma relação invisível entre as ações nobres ou vis praticadas pelos personagens, que tornam o mundo, como um todo, melhor ou pior, conforme a atitude interior dos personagens (as vitórias ou derrotas das várias forças na “Guerra do Anel” é “sentida” interiormente pelos protagonistas das várias ações em campos distintos), o que recorda, de longe, a doutrina da Comunhão dos Santos.
A invocação pelos “hobbuts”, do nome de uma Valier (“Elbereth Gilthoniel”, Senhora das Estrelas), faz tremer as forças do Mal e constitui elemento de sustentáculo para a missão que têm, como Nossa Senhora, pelo papel singular que desempenhou na “História da Salvação”, é proteção constante na vida dos cristãos. No momento em que Frodo se encontra diante das portas de Mordor e sente, ao ver sair o “Senhor dos Espectros”, a tentação forte de usar o Anel (com o que seria descoberto), vence-a ao tocar no “Frasco de Galadriel”, o que lembraria o escapulário do Carmo, que muitos cristãos trazem no peito, por devoção a Nossa Senhora, que os ajuda a superar as tentações. “ (ver mais em Folha Online)
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Este é um trecho do novo livro de Ives Gandra Martins Filho, ministro do Tribunal Superior do Trabalho, em um capítulo de seu livro “Ética e Ficção” lançamento recente da editora Campus Elsevier.
O autor pretende apontar elementos cristãos nas obras.
Ok… ok… todo mundo já sabe disso!
Mas fica a dica.
(ver matéria completa em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/740138-obra-identifica-elementos-do-cristianismo-escondidos-em-o-senhor-dos-aneis.shtml)